Tecnologia ajuda na produtividade da pequena empresa

Tecnologia ajuda na produtividade da pequena empresa

De acordo com as estimativas apresentadas pelo Serviço Brasileiro de Apoio ás Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Brasil terá cerca de 17,7 milhões de pequenos negócios até o ano de 2022, isto é, mais de um milhão de novos empreendedores por ano. Muitos destes empreendedores sabem da importância de utilizar a tecnologia a seu favor, principalmente, quando se pensa no aumento de produtividade.

Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae, reafirma sua posição com base nos dados da pesquisa, de que os pequeno negócios no Brasil representam 98.5% dos empreendimentos nacional. “Isto demonstra a importância deste setor na economia brasileira”, comenta.

O dirigente salienta que é nítido o desenvolvimento dos pequenos negócios, uma vez que, e eles caminhão junto com o crescimento da tecnologia em todo o Brasil. Só no ano de 2017, as empresas de tecnologia no País movimentaram US$ 38 bilhões, um crescimento de 4,5% em relação ao ano de 2016, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas de Software(Abes).

A quarta revolução industrial traz soluções e otimizações para todos os tipos de indústrias inclusive para as pequenas e médias empresas. Do ponto de vista estratégico é possível otimizar a receita e a sustentabilidade em âmbito social, ambiental e econômico. Integrar a cadeira produtiva, aumentar a competitividade perante a concorrência e aumentar a capacidade de adaptação ao mercado.

Do ponto de vista tático oferece inteligência na fábrica, nos produtos proporcionando integração tecnológica da Internet das Coisas com os equipamentos em operação. Com isso pode-se aumentar a produtividade tendo a produção totalmente conectada onde é possível fazer a análise em tempo real.

Hoje há um dispositivo criado pela Advantech que tem a função de coletar dados da produção para organizar as informações gerenciais, ajudando na tomada de decisões estratégicas. Este equipamento pode ser implementado e integrado em maquinas antigas, reduzindo o volume de investimento e com baixo custo de aquisição.

Por meio de uma ação simples, as pequenas e médias empresas do Brasil podem ingressar na industria 4,0  e se tornarem muito mais tecnológicas e competitivas.

Fonte: Jornal do Comércio