Solução gaúcha automatiza residências

Solução gaúcha automatiza residências

A Prosa Electric Control oferece o serviço sem a necessidade de reformas dentro de casa

Poder enviar um comando pelo celular para que o ar-condicionado esteja ligado quando você chegar em casa não é mais coisa de filme – e muito menos acessível apenas para milionários. Uma empresa de Porto Alegre, a Prosa Electric Control, se propõe a democratizar a automação elétrica e a reduzir o consumo de energia.
O publicitário Jonatas Hauschildt, 27 anos, e o engenheiro elétrico Guilherme Eckert, 28, estão à frente da iniciativa. Eles desenvolveram três tipos de aparelhos, que funcionam conectados a dispositivos móveis através de aplicativo: um para fazer essa automação, outro para identificar gastos em excesso e um terceiro para ser usado no chuveiro elétrico, fazendo, por exemplo, com que a água esteja sempre na mesma temperatura. “O conjunto é capaz de gerar uma redução de até 25% na fatura de luz”, elucida Jonatas. “Só o do chuveiro diminui o consumo em 17%”, comenta Guilherme. O grande diferencial da marca, em relação à concorrência, é a praticidade, aponta a dupla. Não é necessário quebrar paredes ou mexer em fiação para que os produtos funcionem. Basta conectar os aparelhos na tomada e à uma rede de Wi-Fi.
Os clientes optam por comprar o item, que custa R$ 749,00, ou assinar um plano mensal, de R$ 34,90 – que dá direito a usar o serviço sem precisar adquirir o equipamento, assim como acontece com as TVs à cabo. “A gente quer levar a casa analógica à conexão com conforto e menor fatura de energia”, reforça Jonatas. Conforme os empreendedores, o chuveiro elétrico está presente em 80% dos lares brasileiros, e representa mais de 40% do consumo de uma residência.
A Prosa Electric Control comercializa seus produtos e serviços através do site www.prosa.cc, e está em negociação com uma rede de varejo do Rio Grande do Sul. A startup participa, ainda, de rodadas de investimento para poder escalar o negócio. A meta é produzir 200 mil unidades em 24 meses e conquistar até 15% do mercado nacional do segmento.
Fonte: Jornal do Comércio 05/07/2018